30 de agosto de 2016

Novamente na Gaveta


Quando nos conhecemos a mais ou menos nove anos atrás, nunca imaginaríamos que hoje teríamos vivido essas estranhas experiências que vivemos juntos.  Nem passaria na nossa cabeça o quanto ainda teríamos para contar sobre a gente, esse ‘’a gente’’ que não existe e existe sim ao mesmo tempo.

Respiramos fundo e pensamos, somos amigos! Bons, doces e apaixonados amigos. A gente se gosta, quer se cuidar, sente saudade, quer rir junto, quer fazer brincadeiras. As vezes pensa um no outro, quer o outro feliz mesmo que para isso um de nós sofra um pouco. Se preocupa, sente a dor um do outro e se ajuda, ajuda muito!

A todo momento estamos conectado, mesmo que desconectados. Mesmo que longe, mesmo que em outros momentos da vida. Ali no fundo sempre uma pequena e boba coisa do dia-a-dia, irá lembrar 'a gente', ou você, ou eu. No fundo, há gente em uma diversidade de coisas, cheiros, músicas, lugares, becos, escadas... escadas ...

A gente mente sobre tudo isso quase sempre. Quase sempre mente sobre o sentimento mesmo sabendo que nós mesmo não nos enganamos. A gente quase se fala no olhar e toda vez que um desanda nos tropeços de sentimentalismo o outro vai lá e abre os olhos. É quase que, um balde de água fria, um machuca o outro da mesma maneira que consola.

É um tal de morde e assopra, um tal de serei claramente sincero (a), estamos apaixonados e no mesmo instante literalmete, a frieza de um, tchau, não quero falar com você, ou ''nunca estivemos apaixonados''.

É quase que inexplicável, mas aqui, eu to explicando tudo, nem é tão difícil assim como a gente pensa ne, mas aqui, só entre a gente, onde será que esse 'a gente' vai parar ?

20 de agosto de 2016

Um amor a ponto de matar.

Acorda Julieta, o dia hoje amanheceu nublado, mas quando teu interior está em paz, até uma nuvem carregada parece o brilho do sol. Sabe, estava aqui viajando nos meus pensamentos e lembrei de quando você me contou o quanto gostava daquele menino de pele morena, você vivia dizendo que não sabia o que era amar, mas acreditava plenamente no amor.

Tantas vezes te vi chorar escondida por promessas de amor que tinham atitudes tão controversas as juras  que ele te fazia. Ah, Julieta, inumeras vezes eu te disse que aquele amor era perigoso demais. Desculpar erros, aceitar situações, engolir a seco cenas e comentários cruéis, não são caracteristicas do amor. Eu disse que sua situação parecia doença, você não podia aceitar o que ele lhe fazia passar.

Tão curioso como gato atras da porta, era o romance de vocês. Não sabia se mais uma vez acreditava e ficava, ou se enfretava as consequencias e tentaria morrer de amor. 'Morrer de amor', á quanta bobeira, a gente sempre acha que vai de fato morrer, que a depressão nunca vai passar e que nunca mais conseguirá parar de comer doces e chorar vendo filmes romanticos.

Mas olha aí, o mundo girou e em menos de uma vida você se reergueu. Julieta, Julieta, cuida desse teu coração, pois mulher nenhuma merece humilhação pelo amor que for, pelo preço que for, pela vida que for!

14 de agosto de 2016

Carta aos papais de redes sociais.

‘’Mamãe ama, mamãe cuida!’’ 

É em cima dessa frase que vi esses dias em uma postagem aleatória do facebook , que andei refletindo e resolvi conversar um pouco sobre. Esse texto questionava, em como nos dias de hoje, existem as famosas ''mamães de redes sociais''. Eu não concordo em dizer que a culpa disso é a idade, pois antigamente as mulheres tinham filho mais jovens que hoje, minha avó é mãe de uns 7 e começou a criagem aos 14, aliás, todos são bem criados, com amor, marcas de bambú nas pernas e educação (risos a parte).

Fiquei um tempo tentando encontrar uma razão para mães e pais que vivem essa vida de amor incondicional em rede social e na realidade, eu não encontrei um único 'culpado' ou motivo. No final dos pensamentos conclui que isso é simplesmente algo de dentro da pessoa, isso é uma mistura de carater, costume, cultura, medo e a principal, falta de responsabilidade. Porque covenhamos, a palavra filho, é sinonimo de responsabilidade, acima de tudo. 

Você se torna mãe, nasce uma vida, você (geralmente, normalmente) renasce e apartir daquele momento você se torna inteiramente responsável pela vida e o existir de alguém. Responsavel por exatamente tudo, pela alimentação, sono, tristeza, felicidade, necessidades, desenvolvimento, dor, conquistas, no começo 100% é tudo com vocês (pai e mãe), ao passar do tempo essa porcentagem vai caindo, sempre existindo um mínimo de porcentagem da opinião dos pais, na vida dos filhos.

Eu sou mãe, sou uma típica mãe de vida real e de redes sociais com prazer, adoro compartilhar um pouco do desenvolvimento do meu filho com amigos e parentes, também choro de madrugada porque não aguento mais amamentar ou passo noites em claro porque o Raphael está com tosse ou com febre. Isso me faz pensar de onde tiramos motivação para conseguir enfrentar tanta coisa que os pais enfrentam, especialmente nos primeiros dias de uma nova vida, e a resposta é amor!

Isso me deixou com uma pulga atrás da orelha e um tanto triste. Eu conheço de perto, bem de pertinho, diversos pais de redes sociais e a duvida que fica é, ''o que vocês sentem pelos seus filhos?'' Porque se responderem amor, eu direi que há algo de errado, muito errado nesse amor de vocês.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...